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III Jornada Odontológica Unifan - 2022
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Notificar aprovado
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1
Larissa Suelen Ferreira de Sousa*, Rafael Almeida Decurcio, Paulo Cardoso Monteiro, Paula de Carvalho Cardoso, Ana Paula Rodrigues de Magalhães
INFLUÊNCIA DE RESINAS COMPOSTAS DE DIFERENTES ESPESSURAS E OPACIDADES NA INTENSIDADE DE ENERGIA DE UM LED DE TERCEIRA GERAÇÃO EM DUAS POTÊNCIAS
Objetivo: Avaliar a intensidade de energia (IE) do fotopolimerizador LED Valo Cordless nos modos Standard (1000 mW/cm2) e High (1400 mW/cm2) através de resinas compostas de diferentes opacidades e espessuras. Material e Método: Confeccionou-se 6 corpos de prova (12 mm de diâmetro) de resina composta Filtek Z350 XT, sendo 2 em cada cor (A2E, A2B e A2D), e nessas cores, um de cada espessura (1 e 2 mm). Posicionou-se os discos de resina um por vez sobre o sensor do aparelho Bluelight CheckUp, acionando o Valo na potência Standard por 20 s e na potência High por 4 s. Mediu-se a IE 10 vezes para cada espécime de resina e potência, formando os 12 grupos experimentais (SE1, SE2, SB1, SB2, SD1, SD2, HE1, HE2, HB1, HB2, HD1, HD2); além de medidas livre de qualquer corpo de prova em ambas potências, compondo os grupos controle (SC e HC). Os dados foram tabulados e analisados no programa Jamovi; devido à distribuição não-normal, utilizou-se teste de Kruskal-Wallis com pós-teste de Dwass-Steel-Critchlow-Fligner. Resultados: Observou-se diferença estatística significante entre todos os grupos Standard e entre todos os grupos High, exceto entre os grupos HE2 e HB2. Foi observada diferença também quando comparados os grupos Standard e High em todas as situações, exceto entre os grupos SE2 e HD1 e SB1 e HE2. Mesmo com menor tempo de aplicação, o modo High sempre ofereceu maior IE que o Standard. Conclusão: A espessura e a opacidade da resina composta, além da potência do fotopolimerizador, influenciam de maneira significante na IE entregue pelo LED, devendo levar-se em conta tais fatores no momento de cimentação de restaurações indiretas.
fotopolimerização de adesivos dentários; resinas compostas
Pesquisa Científica
Larissa Suelen Ferreira de Sousa
5528517109
larissasuelenodontologia@gmail.com
Aprovado
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2
Mariana Borges Crosara, Juliano Gonçalves Miguel, Fernanda Pereira Rocha.
Estética branca e vermelha na harmonia do sorriso- Relato de caso
A harmonia entre a estética dental e a estética gengival é a chave para se alcançar excelentes resultados de sucesso no tratamento de reabilitação estética. Paciente do sexo feminino J.N.S. de 28 anos, tinha como queixa principal o sorriso gengival, sendo o responsável pela aparência de dentes pequenos. Apresentava dentes desalinhados e com algumas restaurações de resina composta nas proximais dos dentes anteriores. Além disso, devido a um trauma na infância, a paciente necessitou de tratamento endodôntico nos dentes 11 e 21, sendo que no 21, acabou acarretando em uma palatinização do mesmo devido ao trauma. O plano de tratamento consistiu em realizar a gengivoplastia na arcada superior, e após o período de cicatrização de 90 dias, foi realizado as facetas cerâmicas em 8 dentes superiores.
Gengivoplastia; Faceta; Estética
Relato de Caso Clínico
Fernanda Pereira Rocha
5498389108
Aprovado
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3
Priscilla Adelina, Andressa Nunes de Oliveira, Andreia Assis Carvalho, Pável Fernando Quadé, Lawrence Gonzaga Lopes, Terezinha de Jesus Esteves Barata.
Desempenho clínico dos sistemas adesivos universais: revisão da literatura
Objetivo: Analisar e discutir, por meio de uma revisão da literatura, o comportamento clínico dos sistemas adesivos odontológicos “universal” ou “multimodo”. Métodos: A pesquisa bibliográfica foi restrita às bases de dados eletrônicas: MEDLINE e SciELO, usando os filtros: data de publicação 2014-2019, língua portuguesa e/ou inglesa, descritores e suas combinações: “Universal adhesive”; “Multimode adhesive”; “Adesivos e Universal”; “Adesivos dentinários e Universal”; “Adesivos dentários e Universal”. Foram adotados os critérios: estudos clínicos, dentição permanente, modos de aplicação, restaurações diretas e resinas compostas. Resultados: Dos 317 artigos identificados, 18 foram incluídos na análise, em que o período de acompanhamento clínico variou entre 6 semanas e 36 meses. Conclusão: Considerando os estudos analisados no período de acompanhamento clínico, pode-se afirmar que os sistemas adesivos universais: 1) podem ser utilizados em dentes permanentes, a serem restaurados empregando resina composta; 2) não devem ser aplicados sobre exposições pulpares diretas; 3) devem ser aplicados preferencialmente nos casos clínicos de procedimentos restauradores de lesões cervicais não cariosas no modo condicionamento ácido total ou condicionamento seletivo em esmalte e no modo condicionamento seletivo em esmalte nos casos de lesões cariosas.
Adesivos, adesivos dentinários, materiais dentários, clínicas odontológicas.
Revisão de Literatura
Priscilla Adelina Alves Lemes Arruda
75345099120
priscillaadelina@icloud.com
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4
Gabriela Nogueira Passos; Gabrielly Ferreira da Silva; Ana Paula Rodrigues de Magalhães; Vinícius Caixeta de Souza; Juliano Gonçalves Miguel; Marco Antônio Zaiden Loureiro; Gustavo Silva Chaves
PREVISIBILIDADE DO TRATAMENTO MULTIDISCIPLINAR EM MOLAR INFERIOR COM LESÃO ENDO-PERIODONTAL
As lesões do tipo “endo-perio” são bastantes desafiadoras na prática clínica. Além de constituírem situações clínicas complexas, exigem um diagnóstico extremamente preciso para que se tenha previsibilidade e alta taxa de sucesso no tratamento. Paciente do sexo feminino, 40 anos, compareceu à Associação Brasileira de Odontologia - seção Goiás, para atendimento odontológico. Ao exame clínico, foi observada fístula associada ao dente 36 e 6mm de profundidade de sondagem. A radiografia periapical evidenciou rarefação periapical difusa, e o teste de vitalidade pulpar foi negativo, sugerindo o diagnóstico de abscesso periapical com fístula. Como havia o comprometimento periodontal, o planejamento envolveu a raspagem periodontal na primeira sessão, seguido de tratamento endodôntico em duas sessões, com uso de medicação intracanal à base de hidróxido de cálcio. O paciente retornou após 30 dias evoluindo assintomático, com sondagem periodontal normal (3mm) e com remissão total da fístula. Foi realizada a obturação pela técnica da condensação lateral e restauração em resina composta. Após um ano de acompanhamento, os exames clínico e radiográfico evidenciaram o reparo periapical e periodontal. O correto diagnóstico da causa nas lesões endo-periodontais é de suma importância para o sucesso da terapia, evitando exodontias precoces e permitindo a manutenção do dente afetado.
Endodontia; Doenças periodontais; Periodontite apical
Relato de Caso Clínico
Gabriela Nogueira Passos
6771435164
Aprovado
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5
Autores: Gabrielly Ferreira da Silva; Gabriela Nogueira Passos; Ana Paula Rodrigues de Magalhães; Vinícius Caixeta de Souza; Juliano Gonçalves Miguel; Marco Antônio Zaiden Loureiro; Gustavo Silva Chaves
MANEJO CLÍNICO DE PRÉ-MOLAR SUPERIOR COM PERFURAÇÃO RADICULAR E EXTRAVASAMENTO DE MATERIAL OBTURADOR: RELATO DE CASO
As perfurações radiculares são acidentes que podem ocorrer no momento do acesso endodôntico ou do preparo do canal radicular. O tratamento dessa intercorrência é o selamento da região perfurada, que, a depender de sua localização e extensão, permite a manutenção do dente em boca. O paciente J.R.S., sexo masculino, 63 anos de idade, compareceu ao consultório para avaliação do dente 14. O exame radiográfico revelou ausência de tratamento endodôntico nesse dente, perfuração radicular e extravasamento de material obturador na região mesial. Como o paciente relatou dor espontânea, e havia rarefação óssea periapical, o diagnóstico provável foi de periodontite apical sintomática infecciosa. A tomografia computadorizada de feixe cônico foi solicitada e não revelou trinca ou fratura radicular. O planejamento do caso incluiu a remoção do material extravasado e o tratamento endodôntico. Na primeira sessão, o material foi removido via perfuração e sua remoção total foi confirmada radiograficamente. Os canais foram acessados e preparados, seguido de colocação de medicação intracanal tanto nos condutos quanto na perfuração. Após 21 dias de medicação intracanal, a obturação foi realizada e a perfuração foi selada com MTA. Um pino de fibra de vidro foi instalado, e o núcleo de preenchimento confeccionado em resina composta, para posterior reabilitação protética. A perfuração radicular é uma situação clínica desafiadora e exige a aplicação de técnicas e materiais específicos, permitindo não somente a sanificação dos canais, mas o satisfatório selamento da comunicação com o periodonto.
Palavras-chave: Endodontia; Tomografia computadorizada de feixe cônico; Obturação do canal radicular.
Relato de Caso Clínico
Gabrielly Ferreira da Silva
70386279101
gabrielly152017@outlook.com
Aprovado
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6
Fernanda Azevedo Brandão Soares Terra; Ana Paula Rodrigues de Magalhães; Vinícius Caixeta de Souza; Juliano Gonçalves Miguel; Marco Antônio Zaiden Loureiro; Gustavo Silva Chaves
PREVISIBILIDADE DO TRATAMENTO DE PERFURAÇÕES RADICULARES EM INCISIVOS CENTRAIS SUPERIORES: RELATO DE CASO
As perfurações radiculares muitas vezes impossibilitam o tratamento e a permanência do dente em boca, por serem vias de acesso de microrganismos e por frequentemente fragilizam a estrutura dental. Entretanto, caso seja possível seu selamento de forma efetiva, o tratamento das perfurações permite manter o dente, o que se torna especialmente importante quando envolve áreas estéticas. A paciente M.S.S. compareceu à Associação Brasileira de Odontologia – Seção Goiás buscando atendimento odontológico com queixa estética e com dor provocada nos incisivos centrais superiores. Ao exame clínico, os dentes 11 e 21 apresentavam alteração severa de cor e história de traumatismo. Ainda era possível observar, por transparência do tecido gengival, a presença de um material extravasado para fora do canal radicular. A tomografia computadorizada foi solicitada, onde observou-se perfuração radicular nos dois incisivos, na região do terço médio vestibular da raiz. No dente 11, havia a presença de cones de guta-percha extravasados pela perfuração, para a região do periodonto vestibular. Foi planejado o acesso cirúrgico para remover os fragmentos de material obturador e selar as perfurações com MTA. A cirurgia foi realizada sem intercorrências, e após a remoção das suturas em 10 dias, a paciente foi encaminhada para a reabilitação protética, em que foram confeccionadas duas facetas somente nos incisivos centrais, devolvendo estética e função aos dentes afetados. O selamento de perfurações com MTA é um procedimento previsível e com bom prognóstico, nos casos em que há pleno acesso à região e pequena extensão da área perfurada.
Endodontia; Tomografia computadorizada de feixe cônico; Obturação do canal radicular
Relato de Caso Clínico
Fernanda Azevedo Brandão soares terra
3792211106
Fernandabrandaonutri@gmail.com
Aprovado
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7
Pamela Sousa Costa Fernandes, Ana Paula Rodrigues de Magalhaes, Andreia Assis Carvalho, Gustavo Silva Chaves, Lucas Silva Chaves, Juliano Gonçalves Miguel.
Manejo Clínico Conservador de Amelogênese Imperfeita em Paciente jovem.
A amelogênese imperfeita (AI) é uma malformação do esmalte dentário de origem genética que leva a alterações de cor e resistência importantes, podendo afetar a autoestima do paciente e levar à busca por tratamentos estéticos em idade muito precoce. O objetivo desse trabalho é apresentar o relato do manejo clínico estético conservador de uma paciente jovem com AI. A paciente de 15 anos, sexo feminino, compareceu na clínica odontológica com queixa de que seus dentes eram “manchados e escuros” (sic). No exame clínico, observou-se um esmalte escurecido (cores A2/A3), com manchas esbranquiçadas em todos os dentes, sem um padrão definido. Na transiluminação dentária, as manchas aparentaram ter profundidade rasa a média. O planejamento proposto envolveu a realização de clareamento dentário caseiro com peróxido de carbamida a 10% (Opalescence), e posterior microabrasão das manchas. Inicialmente, foi realizado um molde com alginato de ambas as arcadas, confecção e entrega das moldeiras. O clareamento foi realizado por 21 dias, uma vez ao dia durante 1h, resultando na cor B1, sem relatos de sensibilidade. Então, foi realizada a microabrasão, sob isolamento absoluto, com pasta abrasiva de ácido clorídrico a 6,6% (Opalustre). Foram feitas 5 aplicações ativas com taça de borracha, por 20 s em cada dente, lavando entre elas. Ao final, foi realizado polimento com pasta abrasiva e discos de feltro.Pode-se concluir que o tratamento estético em pacientes jovens acometidos por AI, quando realizado de forma conservadora, é capaz de promover grandes mudanças no sorriso e na autoconfiança, postergando tratamentos mais invasivos .
Amelogênese Imperfeita, Esmalte Dentário, Alterações.
Relato de Caso Clínico
Pamela Sousa Costa Fernandes
70347998143
Pamellascosta13@gmail.com
Aprovado
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8
MAYARA RODRIGUES DE LIRA, ELAINA TOSTA DOS REIS, ELIEBÉR BUENO REIS, THIAGO FERREIRA DE ARAÚJO, GUSTAVO SILVA CHAVES, JULIANO GONÇALVES MIGUEL, ALESSANDRO MOREIRA FREIRE, VINÍCIUS CAIXETA DE SOUSA.
REMOÇÃO DE INSTRUMENTO FRATURADO DE DENTE COM COMPLEXIDADE ANATÔMICA
Paciente J.F., 46 anos, compareceu ao consultório odontológico pois dente estava “diferente”. Relatou ter sofrido um acidente há anos atrás e bateu a boca. Clinicamente, o dente 31 se apresentava com leve alteração de cor, presença de leve desconforto à percussão e à palpação. Não havia presença de restauração e cárie, somente desgaste incisal. No exame radiográfico, notou-se uma área radiolúcida com característica de reabsorção na região do terço médio da raiz com aspecto de bordas irregulares, além de periodontite apical. Considerando a morfologia da lesão central e apical, o diagnóstico foi de periodontite apical assintomática com presença de reabsorção externa. O plano de tratamento proposto foi de intervenção endodôntica em sessões múltiplas com trocas de medicação intracanal. Na primeira sessão, foi realizado o preparo do conduto até instrumento #40 e utilizado como protocolo complementar de limpeza o instrumento Xp-Endo finisher em rotação contínua. Entretanto, houve fratura da ponta do instrumento, a qual ficou localizada entre o forame apical e a região periapical do dente. Foi colocado Ultracal como medicação intracanal. Na segunda sessão foi feita a tentativa de remoção do fragmento com utilização de limas menos calibrosas e insertos ultrassônicos, porém, só foi obtido sucesso na sessão seguinte. Após liberação do conduto, foi feita nova troca de medicação e obturado na quarta sessão de atendimento. Os sintomas cessaram a partir da primeira sessão. O tratamento foi eficaz para solucionar o desconforto do paciente e o dente se encontra sem alterações radiograficamente no acompanhamento.
Reabsorção, Instrumento fraturado, Complexidade anatômica
Relato de Caso Clínico
Mayara Rodrigues de Lira
6307927127
mayararlira19@gmail.com
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9
Lara Marques Motta, Vinícius Caixeta de Sousa, Gustavo Silva Chaves, Alessandro Moreira Freire, Juliano Gonçalves Miguel, Larissa de Neves e Sousa, Orlando Aguirre Guedes e Thiago Ferreira de Araújo. Não
Utilização de guia endodôntico para remoção de retentor intrarradicular - Relato de Caso
Paciente M.A.S., 29 anos, foi encaminhado para avaliação do dente 22. O paciente sofreu acidente há 5 anos e realizou a reabilitação do mesmo. Não havia sintomatologia referente ao dente. Radiograficamente, o dente 22 encontrava-se com periodontite apical, presença de retentor intrarradicular de fibra de vidro e coroa protética, diagnóstico clínico de periodontite apical assintomática. Foi realizada uma TCFC e, devido a complexidade de se remover este tipo de retentor, a endodontia guiada foi escolhida como opção para acessar a guta percha apical, realizar o retratamento endodôntico e instalação de novo retentor de fibra de vidro. O acesso foi planejado com uma broca de implante de 1,3 mm de diâmetro. O planejamento foi realizado no software T 3Shape Implant Studio. O guia foi impresso usando uma impressora 3D Moonray DLP 3D e uma resina de guia cirúrgica. Foi realizado o teste em boca para avaliar a adaptação às estruturas de suporte, eixo de inserção ou qualquer outra alteração que pudesse afetar a precisão do acesso guiado. Iniciou-se a inserção da broca até o limite estabelecido. Após o uso do guia endodôntico, foi utilizado insertos ultrassônicos para remoção de fragmentos de pino e cimento remanescentes. Os procedimentos de retratamentoendodôntico e instalação de novo retentor intrarradicular de fibra de vidro anatômico foram realizados em seguida. Após finalizado o procedimento endodôntico, o paciente retornou a outro profissional para reabilitação de toda região anterior. No acompanhamento de 1 ano os exames mostraram que o acesso guiado endodôntico foi bem-sucedido.
Retentor intrarradicular, retratamento e reabilitação.
Relato de Caso Clínico
Lara Marques Motta
2373804123
laramarques9263@gmail.com
Aprovado
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10
Vitória Beatriz Souza da Silva, Helton Costa Reis, Isabella Figueira de Sousa, Janine Della Valle Araki, Leonardo Fernandes da Cunha
Associação entre microabrasão e clareamento dentário para tratamento conservador do sorriso: relato de casos clínicos
A busca pela estética dentária vem se tornando cada vez mais frequente em consultórios odontológicos. Uma das principais queixas são manchas brancas que causam desarmonia em relação aos tecidos dentários adjacentes. O esmalte dentário é composto, em sua maioria, por cristais do mineral hidroxiapatita associados a matriz orgânica arranjados em formato hexagonal. Sua formação ocorre através dos ameloblastos e é influenciada por diversos fatores ambientais e genéticos. Manchas brancas ocorrem quando o arranjo do esmalte dentário sofre alterações, tornando-se poroso, permitindo a entrada de ar e água dentro desses espaços. Gerando assim, uma diferença ótica entre espaços porosos e sadios. Lesões de mancha branca podem ocorrer por fatores de desenvolvimento de esmalte, lesões de cárie, fluorose e decalcificação pós-tratamento ortodôntico. Diversos tratamentos são citados na literatura para correção desses defeitos, entre eles, destaca-se a microabrasão dentária, que remove a camada superficial porosa do esmalte alterado através de técnicas erosivas e abrasivas associadas a uma solução com baixa concentração em ácidos. Considerada uma técnica conservadora, por remover apenas uma fina camada de esmalte, também pode ser combinada ao clareamento dental quando necessário. Esse trabalho tem o objetivo de apresentar o tratamento de alterações estéticas causadas por manchas brancas no esmalte, através de microabrasão associada ao clareamento dentário.
Clareamento dental; Microabrasão de esmalte;Tratamento estético
Relato de Caso Clínico
Vitória Beatriz Souza da Silva
4255962146
vitoriabsilvas@gmail.com
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11
Giovanna Alves Pimenta Silva, Juliano Goncalves Miguel, André de Oliveira Paiva, Pedro Henrique Moreira Paulo Tolentino, Vinicius Caixeta de Sousa, Gustavo Silva Chaves
Reposicionamento labial como técnica pra reduzir exposição gengival ao sorrir
A estética do sorriso está intimamente relacionada com a percepção do belo para as pessoas. Desta forma, muitos pacientes se sentem insatisfeitos devido ao aspecto de excesso gengival ou dentes curtos. Algumas abordagens podem ser feitas de forma a melhorar esta proporção, porém em alguns casos a limitação pode partir de estruturas esqueléticas. A proporção facial, junto com estas estruturas formam um equilíbrio estético, de forma a caso algum destes fatores apresente alguma relação de excesso pode resultar em desarmonia. Nos casos de excesso vertical de maxila ou de hiperatividade do lábio, a proporção dentes-gengiva não é suficiente para resolver a queixa do paciente. Diante destes casos, uma das opções terapêuticas é o reposicionamento labial, objetivando diminuir a exibição gengival, limitando os músculos ao sorrir. O diagnóstico é fundamental para a seleção destes casos, quando em alguns casos será necessário uma abordagem cirúrgica mais ampla, como casos de cirurgia ortognática, para intervenção nos ossos maxilares. Desta forma, é importante compreender os casos de indicação da técnica, assim como os de contraindicações, portanto o objetivo deste trabalho é fazer uma revisão de literatura para as abordagens de limitação de movimento de lábio em cirurgias gengivais estéticas associadas a exposição excessiva de gengiva.
Gengiva; cirurgia; periodontia
Revisão de Literatura
Giovanna Alves Pimenta Silva
70808994190
Giovanna.a.p.silva@icloud.com
Aprovado
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12
Layannara Nascimento Santos, Ana Paula da Cunha Barbosa de Lima, Luiz Evaristo Ricci Volpato, Fabrísia Loise Cassiano Queiroz, Jéssica Carolini Ferreira Delgado Lima, Júlia Carla Martins de Lima, Letícia Lopes Rocha, Monike Rodrigues Borges.
Conduta ortognática em paciente com Oclusão Classe III de Angles
Introdução: A divergência no diagnóstico da discrepância maxilomandibular é um problema ortodôntico muito frequente na odontologia, apesar dos vários esforços realizados para padronizar a classificação das más oclusões.
Palavras-Chaves: Cirurgia Ortognática, Mordida cruzada, Reabilitação
Relato de Caso Clínico
Layannara Nasciemento Santos
5619617351
layannara.j@hotmail.com
Aprovado
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