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ENGLISH


YOUTH ORGANIZATIONS DEMAND THE RATIFICATION OF THE ESCAZÚ AGREEMENT
As young people we understand the health emergency that countries are facing and the respective measures that have been taken. However, this is no justification for the governments of Latin America and the Caribbean to postpone the extremely important Escazú Agreement. With only two months left to go until the deadline, we demand its prompt ratification, because if eleven ratifications are not achieved, the agreement will not be implemented.

Latin America is one of the most vulnerable regions to Climate Change, the increase in temperature in just 1.1℃ has produced havoc, increasingly intense hydrometeorological effects, rising sea levels, acidification of the oceans, among others that directly threaten Human Rights such as Food, Health and the Right to Life. If the temperature increases further, these effects will multiply, affecting the most vulnerable populations. The World Bank in 2018, estimated that due to this, 17 million people in Latin America will be forced to migrate. This region has the characteristic of being biodiverse, therefore, faced with different threats to their land, territory and environment, communities like the indigenous tend to become their defenders, even if this means putting their own lives at risk; according to Global Witness in 2019, by 2018, 164 crimes were committed against defenders worldwide, 83 of these only in Latin America .

The Agreement is the first and only legally binding treaty that has emerged from Principle 10 of the Rio Declaration on Environment and Development, in the area of environmental protection and human rights. Its main beneficiary is the population of the region, in particular the most vulnerable groups and communities; its objective is to guarantee the right of all people to have unrestricted access to environmental information, the right to participate democratically in decisions that affect their lives and environment, and the right to have access to justice when these rights have been violated.

The landmark treaty provides legal protection to defenders of the environment, who are too often persecuted or murdered. Similarly, it seeks to prevent conflicts that may arise in the different problems present in the countries of the region such as fracking projects in Colombia, oil exploration and exploitation in Costa Rica that increases the burning of fossil fuels, deforestation in Argentina, as well as the lack of dialogue and the vulnerability of indigenous communities in Peru, deforestation caused by the increase in tourism in Grenada and the increase in illegal sand mining in Saint Lucia, among others.



We have an urgent responsibility to fight and defend a more sustainable future with prosperity and respect for all forms of life and their rights in present and future generations. The ratification of the Escazú agreement provides an opportunity to strengthen capacities, to cushion illegal activities, to increase justice and, in a cross-cutting manner, to exercise the essential right to live in a quality and safe environment. In this way, its implementation will generate more trust between citizens and the state, thanks to transparency in the decision-making processes of environmental issues. For all the above reasons, we demand its due ratification.

ESPAÑOL

ORGANIZACIONES JUVENILES EXIGEN LA RATIFICACIÓN DEL ACUERDO DE ESCAZÚ
Como jóvenes entendemos la emergencia sanitaria por la que los países están atravesando y las respectivas medidas que se han tomado. Sin embargo, consideramos que no es justificación para que los gobiernos de Latinoamérica y el Caribe pongan en segundo plano un asunto tan importante como el Acuerdo de Escazú. Al estar a solo dos meses del plazo, exigimos su pronta ratificación, pues si no se logran once ratificaciones, el acuerdo no será implementado.
América Latina es una de las regiones más vulnerables ante el Cambio Climático, el aumento de la temperatura en apenas 1.1°C ha producido estragos, efectos hidrometeorológicos cada vez más intensos, aumento del nivel del mar, acidificación de los océanos, entre otros que amenazan directamente los Derechos Humanos como a la Alimentación, Salud y el Derecho a la Vida. Si la temperatura incrementa más, estos efectos se multiplicarán afectando a las poblaciones más vulnerables. El Banco Mundial en 2018, estimó que debido a esto, 17 millones de personas en Latinoamérica se verán obligadas a migrar. Esta región tiene la característica de ser biodiversa, así, frente a distintas amenazas que su tierra, territorio y ambiente puedan tener, comunidades como la indígena tienden a convertirse en sus defensoras, aunque esto signifique poner en riesgo su vida propia; según el Global Witness en 2019, para el 2018 se cometieron 164 crímenes contra defensores a nivel mundial, 83 de estos sólo en América Latina.
El Acuerdo de Escazú es el primer instrumento jurídico regional, que nace del Principio 10 de la Declaración de Río sobre el Medio Ambiente y el Desarrollo, en materia de protección ambiental y de derechos humanos. Su principal beneficiaria es la población de la región, en particular los grupos y comunidades más vulnerables; teniendo como objetivo garantizar el derecho de todas las personas a tener libre acceso a información ambiental de forma oportuna, a participar de manera significativa en las decisiones que afectan sus vidas y su entorno, y a acceder a la justicia cuando estos derechos hayan sido vulnerados.
Así, permite tener un respaldo legal para salvaguardar los derechos de las personas defensoras del medio ambiente y el territorio, que están siendo perseguidas y asesinadas. De igual manera, busca, mediante sus objetivos principales, prevenir conflictos que pueden surgir en las diferentes problemáticas presentes en los países de la región como los proyectos de fracking en Colombia, la exploración y explotación petrolera en Costa Rica que aumenta la quema de combustibles fósiles, la deforestación en Argentina, así como la falta de diálogo y la vulneración a comunidades indígenas en Perú, la deforestación causada por el aumento del turismo en Granada y el aumento de la minería ilegal de arena en Santa Lucía, entre muchos otros.
Tenemos la urgente responsabilidad de luchar y defender un futuro más sustentable con prosperidad y respeto a todas las formas de vida y sus derechos en las generaciones presentes y futuras. La ratificación del acuerdo de Escazú da como oportunidad el fortalecimiento de capacidades, amortiguamiento a actividades ilegales, mayor justicia y de manera transversal, el ejercicio del derecho esencial a vivir en un ambiente de calidad y seguro. De este modo, su implementación generará mayor confianza de la ciudadanía con el estado, gracias a la transparencia en los procesos de toma de decisiones de temas ambientales. Por todo lo anterior, exigimos su debida ratificación.

PORTUGUÉS

ORGANIZAÇÕES DE JUVENTUDE EXIGEM A RATIFICAÇÃO DO ACORDO DE ESCAZÚ
Como jovens, compreendemos a emergência sanitária que os países atravessam e as respectivas medidas que estão sendo tomadas. No entanto, consideramos que não é justificação para que os governos da América Latina e do Caribe coloquem em segundo plano um tema tão importante como o Acordo de Escazú, tendo em conta a proximidade da data limite para a sua ratificação.
A América Latina é uma das regiões mais vulneráveis às alterações climáticas, o aumento da temperatura em apenas 1.1°C produziu estragos, efeitos hidrometeorológicos cada vez mais intensos, aumento do nível do mar, acidificação dos oceanos, entre outros que ameaçam diretamente os Direitos Humanos como a Alimentação, Saúde e o Direito à Vida. Se a temperatura aumentar mais, estes efeitos multiplicar-se-ão, afetando as populações mais vulneráveis. O Banco Mundial em 2018 estimou que, devido a isso, 17 milhões de pessoas na América Latina serão forçadas a migrar. Esta região tem a característica de ser biodiversa, assim, frente a diferentes ameaças que sua terra, território e ambiente possam ter, comunidades como a indígena tendem a converter-se em suas defensoras, embora isso signifique pôr em risco sua vida própria; segundo a Global Witness em 2019, em 2018 foram cometidos 164 crimes contra defensores em todo o mundo, 83 deles apenas na América Latina.
O Acordo de Escazú é o primeiro instrumento jurídico regional, que nasce do Princípio 10 da Declaração do Rio sobre o Ambiente e o Desenvolvimento, em matéria de protecção ambiental e de direitos humanos. O seu principal beneficiário é a população da região, em especial os grupos e comunidades mais vulneráveis, com o objectivo de garantir o direito de todas as pessoas ao livre acesso à informação ambiental em tempo oportuno, a participar de forma significativa nas decisões que afectam as suas vidas e o seu ambiente, e a aceder à justiça quando esses direitos tenham sido violados.
Assim, permite ter um apoio jurídico para salvaguardar os direitos das pessoas defensoras do ambiente e do território, que estão sendo perseguidas e assassinadas. Da mesma forma, busca, mediante seus objetivos principais, prevenir conflitos que podem surgir nas diferentes problemáticas presentes nos países da região como os projetos de fracking na Colômbia, a exploração e explotação petrolífera na Costa Rica que aumenta a queima de combustíveis fósseis, o desmatamento na Argentina, bem como a falta de diálogo e a vulneração a comunidades indígenas no Peru, a desflorestação causada pelo aumento do turismo em Granada e o aumento da mineração ilegal de areia em Santa Lúcia, entre muitos outros.
Temos a urgente responsabilidade de lutar e defender um futuro mais sustentável com prosperidade e respeito a todas as formas de vida e seus direitos nas gerações presentes e futuras. A ratificação do acordo de Escazú dá como oportunidade o reforço de capacidades, amortecimento a atividades ilegais, maior justiça e de maneira transversal, o exercício do direito essencial a viver em um ambiente de qualidade e seguro. Deste modo, sua implementação gerará maior confiança da cidadania com o estado, graças à transparência nos processos de tomada de decisões de temas ambientais. Por tudo isto, exigimos a sua devida ratificação.


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